quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Personagens de RPG - Parte 1 - D&D

Hector Silversword - meu primeiro PJ de D&D, um Clérigo de Heironeus que por uma letra não teve o mesmo nome do maior inimigo de seu próprio deus (Hextor).

Fora o detalhe curioso do nome, não havia nada de especial nesse PJ, era o típico "Clérigo Band-Aid", preparava todo tipo de magia e no final das contas convertia tudo em cura.

Acho que fiquei traumatizado de jogar com Clérigo depois desse aí, foi o primeiro e último.

Barrend Balderk - meu segundo PJ de D&D foi um Anão Necromante, nunca joguei AD&D, mas li os livros básicos, quando saiu a 3ª edição uma das primeiras coisas que pensei foi em jogar com um Anão Mago, só porque na edição anterior era proibido.

Barrend era neto de um Anão Guerreiro aventureiro, o Mago do grupo de seu avô morreu sem deixar herdeiros e seu avô guardou as coisas do companheiro. O jovem Barrend encontrou o grimório do falecido Mago e estudou magia por conta própria, quando a família e a comunidade descobriram ele foi expulso de casa e passou a vagar pelo mundo como aventureiro.

O personagem morreu não me lembro como, só lembro que já estava no 8º nível (o máximo que cheguei com um PJ em D&D). Aquela campanha continuou por um bom tempo, mas eu me afestei por causa da faculdade, alguns meses depois, durante um período de férias, o mestre me convidou para participar de uma aventura naquela mesma campanha, usando o Barrend como um fantasma. É o meu PJ preferido!

Nebin Daregel - o primeiro Gnomo a gente nunca esquece. Nebin era um Gnomo Ilusionista da 3ª edição, criado pelo método da rolagem de dados, eu tirei dois resultados 18, foi um para a Inteligência e o outro para Constituição, com o bônus racial do Gnomo e um familiar sapo (bons tempos da 3ed) esse carinha tinha nada mais nada menos que Constituição 22.

Joguei com ele numa campanha em Forgotten, na qual graças a Garl Glittergold nunca encontrei Elminster, Simbul ou Dritzz, cheguei com ele até o 5º nível e NÃO peguei Bola de Fogo ou Relâmpago, ele sempre resolvia tudo com ilusões e encantamentos e quando a situação ficava difícil era Invisibilidade na cabeça e tchau-tchau.

Regis Hastur - meu PJ na primeira aventura no "mundo assassino" de Lucas, um Gnomo Ranger com gigantes como inimigo predileto, não me lembro exatamento dos números, mas ele tinha bônus de ataque e CA muito altos para um personagem inciante, mas só contra gigantes.

O mais triste é que o coitado morreu antes de enfrentar seu primeiro gigante, morreu pra um demônio!

Alton Highhill - um Halfling Ladino com o qual joguei umas duas aventura de Pathfinder (tecnicamente não é D&D, mas entra aqui assim mesmo), o único fato memorável sobre ele é que ele conseguiu surrupiar um artefato (carinhosamente chamado de A Uma Bola) das mãos de um clérigo usando a perícia punga.

Rakhal Aldaran - um Gnomo Adivinho que era incapaz de conjurar ilusões, foi enjeitado pela família de Gnomos e adotado por uma família de Adivinhos Humanos, tendo sido criado por 3 gerações diferentes da família (Gnomos saem da adolescência por volta dos 65 anos).

Como magias de adivinhação nos primeiros níveis são poucas e quase sempre inúteis, ele acabou se tornando um multiclasse "Adivinho/Evocador".

O personagem era muito divertido de jogar, mas a campanha degringolou de um jeito que eu acabei pegando abuso dele.

Konan da Siméria - meu atual PJ é um Halfling Bárbaro burro, chato, grosso e stressado. Está sendo bem divertido jogar com ele, só espero que ele dure mais que os outros.

Bem, esses foram os PJs com os quais joguei em D&D, espero que os poucos (se é que existe algum) leitores do blog tenham gostado do post.

Pretendo fazer outros 2, um de Storyteller e o outro Trevas, se bem que o de Trevas vai ter só PdNs, pois nunca tive a chance de jogar, todas as minhas experiências com ele foram como narrador.

2 comentários:

  1. Cara ficou massa, bem legal mesmo. De certa forma eu conheci metade deles já que "participei de aventuras" com três deles...

    Eu nem penso em fazer isso, talvez só de D&D (pois joguei muito pouco), mas se eu for colocar todos os PCs de Storyteller, trevas e GURPS (os principais sistemas que joguei) vai ser complicado, só de GURPS tenho chutando por baixo (ser tirar onda pq eu joga com anão viu!)+ de 30...
    Mas parabéns pela iniciativa, muito legal!

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  2. HEHE...eu também já tive minha cota de personagens icônicos (ao menos para mim), e alguns bem engraçados também, como Malik Damogar - Assimar Paladin e Killik - Halfing Ranger/Rogue (carecão!), estes dentre mais algumas dezenas

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