domingo, 8 de março de 2009

D&D Discworld


Pois é, depois de pensar bastante e não conseguir me decidir entre Forgotten Realms, Ravenloft, Dragonlance e Eberron, eu optei por não usar nenhum deles, simples né?

Conversando com Tonho (vulgo Lucas) nesse fim de semana, eu fiquei com vontade de voltar à idéia de narrar uma campanha no Discworld, como me comprometi com o povo de narrar uma campanha de D&D 4ed decidi unir o útil ao agradável.

Claro que o Discworld não possui muitos dos elementos do D&D, mas é um mundo vasto e pouco explorado o suficiente para que esses elementos possam ser introduzidos, além disso é um mundo que beira o absurdo, muitos dos protagonistas (como o Rincewind) são sujeitos comuns ou até mesmo incompetentes que se vêem obrigados a assumir o papel de heróis, mas há também os personagens poderosos e heróicos ao estilo D&D, como os Magos da Universidade Invisível, as Bruxas de Lancre, a Guarda Noturna de Ankh-Morpork e a Horda de Bárbaros de Cohen.

Levando em consideração ainda que nosso grupo de RPG (Gnomo Nazista, Anão Picareta, Tonho, Véi Tiba, Pele-de-Escama, Buda, entre outros jogadores eventuais) tem o incrível poder de transformar qualquer aventura numa sessão de ataques-de-riso, o Discworld cai como uma luva, basta preparar uma aventura comum e deliciosamente clichê e esperar que os próprios jogadores construam o humor nela.

Bem, vamos agora aos detalhes técnicos, gostaria de ter entre 4 e 6 jogadores, com pelo menos os 4 papéis (Defender, Leader, Controller e Striker) cobertos; as classes, powers, feats e itens somente do Player's Handbook 1 (quando o 2 sair e eu o tiver em mãos, então permitirei elementos dele); quanto às raças, com excessão dos Eladrin tá liberado tudo, tanto as do Player's Handbook (Dragonborn, Dwarf, Elf, Half-Elf, Halfling, Human e Tiefling) quanto as do Monster Manual (Bugbear, Doppelganger, Drow, Githyank, Githzerai, Gnoll, Gnome, Goblin, Hobgoblin, Kobold, Minotaur, Orc, Shadar-Kai, Shifter e Warforged), se não tiver no Discworld a gente dá um "jeitinho" e encaixa; as divindades para Clerics e Paladins serão escolhidas dentre os diversos panteões do Discworld, os feats de Channel Divinity serão analisados caso a caso.

De mais é só começar a pensar no conceito do personagem, vou querer separar um dia pra criar as fichas e backgrounds dos PJs e se der tempo rolar uma pequena introdução.

7 comentários:

  1. Muito massa, continue contando aqui como andam as sessões, estou curioso. Só uma correçãozinha: são feats de Channel Divinity, e não Divine Challenge (que é a marca do paladino). ;)

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  2. Oops :O correção feita, valeu pelo aviso Anand :P

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  3. Curiosidade apenas por ser curioso (eu não jogo com boio... digo, elfos e aparentados): Porquê não Eladrins?

    (os elfos do Discworld não tão mais pra eladrings que para os Elfos Caipiras da 4e?)

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  4. Os elfos boio... digo, místicos e aristocráticos que seriam perfeitamente representados pelos Eladrin, estão entre os maiores vilões do cenário =O

    Imagine uma criatura faerica com aparência de Seelie e atitude de Unseelie, é o Elfo do Discworld.

    Os magos e bruxas do Disco preferem lidar com Demônios a lidar com Elfos, até os Demônios preferem lidar uns com os outros a lidar com Elfos.

    Explicação: os Elfos Caipiras e os Drows não existem no Discworld, mas vou introduzi-los (e os Gnomos =D) como refugiados do Feywild, descendentes de escravos fugitivos dos Eladrin.

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  5. Tambem considero os eleadrin como os high elves (tipo qualinest e silvanest de dragonlance) e os elfos como os wild elves (tipo os kagonest)

    Legal este mundo, também estou precisando de um RPG ligh para variar, estava pensando em comprar e jogar o Mouse Guard.

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  6. Discoworld é um cenário legal. Boa iniciativa.

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  7. O Discworld é realmente muito bom, o problema é que acho que vai faltar jogador =(

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