quarta-feira, 22 de abril de 2009

O que mestrar?

Tenho passada por uma problema sério ultimamente! Estou com muita vontade de voltar a mestrar, criar histórias, NPCs, cenários, etc. O único problema é decidiar qual sistema/cenário utilizar.

Trevas/Arkanun - é um sistema do qual eu gosto bastante, principalmente porque o conheço suficientemente bem para poder improvisar de forma eficiente, não precisaria gastar muito tempo preparando aventuras (o que é ótimo, porque tempo é o que menos tenho ultimamente) e sempre que os jogadores fizessem algo inesperado (ou seja sempre) eu conseguiria contornar a situação sem muita dificuldade.

D&D 4ed - tenho os livros básicos e estou no aguardo do Player's 2 e dos livros de Forgotten, como leio com frequencia o Rolando20 ideias de encontros e skill challenges não faltam, além disso eu estou simplesmente apaixonado pelo sistema de customização de monstros do Dungeon Master Guide.

Mutantes e Malfeitores - há algumas semanas comprei o Manual do Malfeitor (movido pela boas e velha mania Nerd de colecionar) e dei uma olhada rápida, foi o suficiente para reavivar meu interesse pelo jogo, mas caso o mestre será usando uma versão simplificada e menos detalhista do sistema. O Manual do Malfeitor é fantástico, pois lhe orienta tanto a aumentar o detalhismo do sistema básico quanto a simplicá-lo.

GURPS - comprei um conjunto de livros de GURPS do Marcelo do Vozes da Terceira Terra e fiquei muito empolgado com o sistema, apesar de não ter parado para ler com atenção nenhum dos livros, o instigante é poder usar qualquer coisa no jogo, são tantas opções que chega a ser difícil se decidir por alguma coisa.

Gostaria então de saber dos potenciais jogadores (Anão Picareta, Tonho, Tiba, Pele-de-Escama, etc) o que vocês gostariam de jogar?

Qual o sistema?

Qual o estilo/temática?

Qual o cenário?

Que tipo de personagem?

Que tipo de aventura/campanha?

Eu costumo decidir esses detalhes e informá-los aos jogadores, excluindo alguns elementos que eu considere incompatíveis ou incoerentes com o que decidi, mas geralmente não dá certo, por isso gostaria de uma decisão conjunta do grupo, algo nos moldes do post Iniciando uma nova campanha do Rolando20.

Aguardo os comentários!

23 comentários:

  1. Bem, eu sou um pouco suspeito pq tou muito afim de jogar D&D4e, então se conseguires contornar o, que na minha opinião é um problema, combate exaustivo e muito demorado da 4ed eu escolho D&D4e sem piscar! Se não eu escolho ainda o 4e, mas com um pouco menos de entusiasmo...

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  2. Sim esqueci de colocar que como 2º opção seria GURPS em qq variação (menos super esse eu já enjoei - só para teres uma ideia, eu consigo combar AINDA MAIS com o supers, de tanto que joguei).

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  3. Saudações cordiais, camaradas.

    Convocado fui, acá estou com minha opinião, Renato! Dentre os jogos listados, não joguei nenhum.

    Sistema: D20
    Estilo/ temática: Super-herois
    Cenário: Mutants e Masterminds; aproveite as ideias que expos no post de dez/2008
    Tipo de personagem: Muito forte e resistente, sem ser estúpido
    Tipo de aventura/campanha: Viagens no tempo

    Tudo de bom, até a próxima.

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  4. Uma das coisas que me morgou um pouco de RPG é que faz tempo que não vejo uma aventura com, pra utilizar um termo da moda, Skill Challenges, seja em 4e ou outro sistema. Nada que faça pensar ou que use algo da ficha que não seja o bônus de ataque.

    Eu iria sugerir GURPS Viagem no Tempo, tem cenários simples (e complicados tb) o suficiente pra se improvisar sem muitos aperreios. Mas com regras oficiais, sem especialização em arma e outras coisas do gênero dioguístico.

    Falows.

    PS.: Tive lendo M&M e conversando com uns amigos. Não dá pra improvisar com aquele sistema, e sem usar todas as regras fica realmente chato.

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  5. Nossa, um quer D&D 4ed, outro quer M&M e o terceiro quer GURPS, agora só falta Tiba dizer que quer Daemon =S

    Domingo teve Scion? Diogo, aquele lance da pontuação é do jeito que a gente fez mesmo, cada nível nível de Purview custa apenas 1 ponto, o problema é que o texto está muito confuso, mas leia o exemplo de criação de personagem, se o nível 2 de um perview custasse 2 pontos o personagem-exemplo estaria gastando 11 pontos ao invés de 10.

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  6. sim, mas a questão é que não tem lógica voce ter acesso a um purview que não está no seu panteão. Pelo menos por enquanto só vou permitir acesso ao que o parente permite ou então por meio de reliquias.

    PS1: tá pau de ter tempo de adiantar alguma coisa sobre Scion e o cenário na net, mas vou tentar colocar algo até o sabado.

    PS2: sim Lucas, mas tu vai jogar Scion ou não?

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  7. Não estou falando em ter Purviews de outros deuses (nem sabia que isso era possível), é que a pontuação é normal, você não paga mais caro pelos níveis mais altos, um Purview de nível 3 custa 3 pontos (1 ponto do nível 1, 1 ponto do nível 2 e 1 ponto do nível 3).

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  8. hum... vou ler com mais calma, mas de qq forma eu fiz assim mesmo =).

    Se voce pegar um "poder" pagando 3 "dots" automaticamente voce tem 1 de 2 e outro de 1 "dot"

    Tou assumindo assim.

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  9. Refraseando a pergunta acima...

    Vai ter sessão este sábado?

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  10. Saudações cordiais uma vez mais, camaradas.

    Sessão no sábado? Havendo, não poderei comparecer devido ao trabalho.

    Renato,
    considerando-se duas opções por GURPS, mudo sem pesares minha opinião para que narres GURPS - Viagem no Tempo. Tipo de personagem: pesquisador/ bacharel em história, catedrático, sem habilidades de combate. Quarentão, casado e com um casal de filhos já adultos.

    Lucas,
    ainda não li tua resposta sobre se vês problema em termos o mesmo patrono, Hermes, em Scion.

    Diogo,
    apenas uma mudança simples na ficha do meu Guia, devido ao esquecimento do termo adequado quando no momento da criação: no calling, em vez Diplomata Grego, leia-se Caçador de Talentos Grego.

    Tudo de bom, mantenham contato.

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  11. Sessão no sababo? Cara a cana foi boa hein? Esqucesse que jogamos no Domingo? Bem por mim tá confirmado no domingo as 12:30h. É interessante chegar mais cedo p/ fazer ficha e já estou com a 1° parte toda pronta. Com 3 eu já mestro, mas gostaria do max de jogadores para definir a mecanica da campanha.

    Falou!

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  12. OK, fica sendo GURPS então =D

    Viagem no Tempo? OK, vou dar uma lida no livro.

    Diogo, quero refazer meu personagem, os atributos épicos, knacks e purviews vão continuar iguais, mas quero refazer os atributos, perícias, birthrights, conceito, natureza e virtudes.

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  13. KKKKK resumindo tu quer refazer ele INTEIRO né? Bem sem bronca por mim. Pode mexer no PC a vontade ENQUANTO a aventura NÃO começar.

    Depois que começar a aventura (mesmo que seu PC não tenha participado) não permito mais qualquer modificação.

    PS: FINALMENTE!!! Vou jogar Viagem no Tempo!!!

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  14. Saudações cordiais, camaradas.

    Espero que neste domingo enfim joguemos algo. Construir personagens é legal, mas já estamos para completar um mês apenas nessa etapa (incluindo D&D4 ed).

    Não sei quanto aos outros, mas sei que Diogo e eu estamos pondo de lado coisas importantes em nossos casamentos (dentre outros, uma melhor convivência com nossas esposas/ filhos) para podermos curtir este hobby que tanto gostamos. As esposas/ filhos tem uma certa dificuldade em entender como podemos preferir "jogar" ou ficar com um bando de macho sentado numa mesa por horas em vez de aproveitar o tempo para namorar/ brincar junto aos filhos.

    Desculpem o desabafo. Vejo vocês amanhã, por volta das 13h20min. Tudo de bom.

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  15. Saudações cordiais, camaradas.

    Sinceramente, gostei muito mesmo da sessão de Scion mestrada por Diogo. Tu tens jeito pra coisa, cara! Além disso todos os personagens tiveram boa parcela de participação, sem ficar muito de molho. Quero destacar apenas algumas coisas:

    1. Primeiramente peço desculpas se incomodei com minha forma de interpretar a alguns de vocês. Gostaria que ficasse claro que a maneira mais afobada e descontrolada de Zero no primeiro contato com novas pessoas, intrometendo-se ou atrapalhando a conversa/ ação dos outros é uma forma de disfarçar a real personalidade dele, revelada posteriormente apenas àqueles que ele passa a confiar. Zero estuda comportamento, maneirismos e se possível até os hábitos das pessoas que lhe chamam atenção ou são alvos de seu fanatismo. O próprio personagem de Renato, Jack Sawyer, usou esse argumento para me provar que ele era quem dizia ser (por sinal, excelente velocidade de raciocínio, Renato!);

    2. Apenas extendendo o que disse acima, ele tem 5 anos de experiência como Scion. Ele já foi traído, enganado, manipulado e com certeza quase morreu. Por isso ele sempre fica com um pé atrás quando interage com pessoas que se aproximam como se já o conhecesse ou tivesse alguma intimidade, sem que isso seja verdade;

    3. Ainda tenho dificuldade em encarar com naturalidade um bando de pessoas que mal se conhecem terem como primeiras palavras numa conversa "quem é o teu pai?". Pô, isso soa muito anormal! Para mim melhor seria abordar o tema com uma certa reverência, espanto, afinal, você está conversando com o fruto direto de uma encarnação divina na Terra. Minha opinião.

    4. Desculpa, Diogo, pelos offs na narração para Tibúrcio. Nem estava percebendo. Na verdade, acho que acabei atrapalhando a cena ao lembrar de detalhes que tenho quase certeza que não seriam considerados se eu tivesse ficado calado.

    5. Considero que o nível de interação de meu personagem com o de Renato ficou muito boa mesmo: conhecer a casa um do outro, ter o nº do celular, saber de algumas particularidades e proezas (além de possíveis dificuldades/ fraquezas), combinar a função de cada um quando reunidos num objetivo comum. Muito legal.

    6. O argumento definitivo de lógica de Jack Bouer foi excepcional!

    7. Ahá, enfim pude verificar o estilo Lucas de jogar!!!

    Até breve, meus amigos, boa semana.

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  16. Pusta zica, esqueci de perguntar uma coisa: Diogo, tu vai ficar atualizando a história no teu blog ou vai usar o dos outros?

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  17. Ângelo,

    A idéia do meu personagem foi justamente chocar o seu personagem, assim como o de Lucas.

    Ele é um cara anti-social e gosta de chocar as pessoas, ele apenas usa os poderes de carisma e manipulação épicos quando é necessário, mas a atitude normal dele é chocar intencionalmente os outros.

    Também gostei da aventura, vamos ver no que vai dar.

    Mas e aí, vão querer jogar mesmo GURPS Viagem no Tempo? Eu estou com algumas idéias e gostaria de ouvir as expectativas de vocês, para adaptar minhas idéias de acordo com o que vocês estejam querendo jogar, ia falar sobre isso ontem, mas esqueci!

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  18. Puxa galera, fico feliz da aventura ter sido legal, tava preocupado por causa da ferrugem!

    Em relação a forma de interpretar angelo, fique tranquilo, tu está INTERPRETANTO, ou seja, é assim que teu personagem age, então sem bronca.

    Em relação aos offs, não se preocupe com o tempo vai se acontumando. Ah, não se engane eu sou o tipo do mestre que uso TUDO que os personagens dizem ou NÃO dizem, heheheh ;)

    Pretendo quando com tempo ir atualizando no meu blog, com relatos de aventura. Já faz tempo que tou querendo organizar aquela joça, e vou começar por isso :)!

    Renato com certeza! Só fiz preparar uma única vez um PC de VnT e acabei por nem jogar, vai ser muito show!!!! Mas espero como vai ser as regras que tu vais utilizar....

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  19. Diogo,

    Isso é o tipo de coisa que eu quero discutir com vocês, acho que não vai dar muito certo eu chegar e dizer "pode isso, não pode aquilo", eu tenho algumas ideias já, mas quero ver também quais são as expectativas de vocês para esse tipo de jogo.

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  20. Cara assim, quais os elementos que tu vai usar? Horror? Aventura? Cyperpunk? O estiolo de aventura entendeu? Tipo vai ser tipo aquele desenho dos "policiais do tempo" em que temos que manter a linha do tempo correta ou simplesmente somos mercenários temporais? Se der para adiantar algo acho que dá para ter uma ideia...

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  21. Saudações cordiais, camaradas.

    Sempre considero importante considerar as expectativas dos jogadores, Renato, mas é o mestre quem deve orientar a criação dos personagens. Tentarei explicar melhor.

    Ainda que pareça egoísmo, quando o mestre cria uma aventura primeiramente ele está buscando a própria satisfação, pois estará desenvolvendo uma história da maneira que ele imagina que ficará legal e criativa. Escolherá as locações, os desafios a serem superados, os ganchos para aventuras posteriores, a recompensa para cada tarefa bem sucedida. Repito: ele estará criando tudo da forma que ele acha que ficará épico, dramático, engraçado, conforme o estilo do jogo.

    Talvez por isso fiquemos tão frustrados quando "os jogadores nunca seguem os passos previstos pelo mestre". Às vezes isso acontece porque os personagens não estão adequados para a aventura. O mestre não precisa dizer exatamente o porquê da necessidade do grupo possuir determinada classe de personagem, mas ao orientá-los os jogadores já ficarão um pouco ansiosos ("por que será que o mestre precisa ter um paladino no grupo?").

    Citarei alguns exemplos, inclusive de nossa própria mesa (estarei fazendo críticas construtivas, tá certo?):

    1. A aventura segue a tradicional exploração de masmorras, mas o mestre a entupiu de armadilhas. Sem um ladino no grupo, de que adianta começá-la se as chances de sucesso são quase nulas? O mestre deve deixar claro a necessidade de haver um ladino no grupo (não acho muito bom tentar compensar a ausência colocando um PdM. O mérito dos jogadores será menosprezado, e sempre poderá ficar a falsa impressão de que o PdM é protegido do mestre, já que ele será vital para a aventura);

    2. A aventura terá muitos oponentes mortos-vivos. O mestre deve sugerir que ao menos um PJ seja um clérigo, de preferencia com Expulsão Adicional.

    3. Caso a aventura se passe quase toda em lugares selvagens/ naturais, o mestre pode sugerir que alguem tenha as perícias sobrevivência e conhecimento (natureza), ou seja um druida ou ranger (com essas perícias, vale ressaltar - acaba de me vir a lembrança do personagem de Tibúrcio em Scion: um agente secreto de carreira sem habilidades em segurança/ manha (larceny) e furtividade!)

    4. Lucas planejou que em sua atual campanha de D&D existisse ao menos um mago com acesso a magias de adivinhação e um ranger. Bem, nós temos isso, mas o mago não tem as magias de adivinhação e o ranger não usa rastrear, que eram duas coisas que Lucas queria que fossem utilizados com alguma frequencia para que as coisas fluissem bem.

    5. Diogo comentou que é difícil mestrar pro nosso grupo aventura de horror porque conseguimos transformar o horror em comédia. Bem, que tal pedir que todos os personagens tenham peculiaridades que os deixem sérios, introspectivos, desesperançosos de tempos melhores... Talvez todos tenham perdas ou traumas severos que os fizeram perder o gosto pelas coisas boas/ simples vida. Nada mais tem graça na vida dos personagens, eles apenas seguem em frente até que a morte chegue;

    6. Para GURPS VnT: há tantas possibilidades, Renato, que você precisa definir se quer um grupo sem habilidades especiais (humanos normais), se quer algum(uns) psiônicos, se a era é atual ou futurista (devemos voltar no tempo para impedir que o evento X ocorra), se a viagem no tempo é num cenário de fantasia medieval, etc.

    Fico por aqui pessoal, aguardo repercussões sobre o que falei. Peço desculpas pelo tamanho do cometário, se isso incomodar é só falar. Tudo de bom.

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  22. Pele-de-Escama e Anão Picareta,

    OK, vou postar aqui na Toca as ideias que tenho para a aventura/campanha, mas vou fazê-lo como um post mesmo e não nos comentários.

    Acho que ainda hoje estarei postando.

    Pele-de-Escama, quanto ao tamanho dos comentários eu não vejo problema algum.

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