quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Vampiros

©2008-2010 ~Forget666

Desde que assisti a super trash novela Vamp que sou um fanático por histórias de vampiros, sempre curti ler sobre essas criaturas e seus poderes, além de ver filmes e séries em que aparecem como protagonistas ou vilões.

Lembro de um episódio do antiquíssimo desenho Defensores da Terra no qual um vampiro (acho que era o Drácula) decide fazer da filha do Fantasma (não lembro o nome dela) sua "noiva imortal" (ou algum outro título gótico pré-emo), acho que teve um episódio assim também no Homem-Aranha e Seus Amigos, mas não tenho certeza.

Em termos de filmes os únicos que me lembro razoavelmente bem são Garotos Perdidos (por causa desse filme nunca consegui comer comida chinesa em caixinha), Drácula e Entrevista com o Vampiro.

Esse último foi que me levou para os livros da maravilhosa Anne Rice, muita gente costuma ver os vampiros dela como "gays" mas isso nunca me incomodou, pra mim sempre ficou claro que os vampiros nas obras dela não são seres humanos, as noções de sexualidade que nós temos não significam nada para eles, até porque os órgãos sexuais deles não têm nenhuma função, a única fonte de prazer e meio de reprodução deles é o sangue.

Lembro de ter assistido Blade, Vampiros de John Carpenter e um outro com um carinha de Dawson's Creek, mas não sei porque nenhum deles despertou meu interesse ou sequer conseguiu um lugar ao sol na minha memória.

Na TV eu adorava as séries Buffy e Angel, mas nunca pude acompanhá-las como gostaria, quando vim a ter TV a Cabo em casa elas já estavam fora da programação, só pude ver um ou outro episódio na Globo, mas pelo pouco que vi e pelo que ouvia os outros comentarem sempre tive a impressão de que os vampiros eram subaproveitados e de que os demônios tinham muito mais destaque (malditos chifrudos).

Quando conheci o RPG (pela Dragão Brasil e as adaptações de games para 3D&T) não demorei a descobrir o Vampiro: A Máscara e ficar fascinado pelo jogo, devorava os livros com uma voracidade que me seria muito útil hoje em dia no curso de Direito, nessa época conheci também os jogos da editora Daemon e obviamente meu preferido sempre foi o Vampiros Mitológicos.

Há uns 2 anos eu li uma série de pocket books de uma escritora americana chamada MaryJanice Davidson, trata-se da série Undead, uma divertida comédia romântica com vampiros, imagine uma mistura de Entrevista com o Vampiro e Sexy and The City ou O Diabo Veste Prada, Undead é mais ou menos isso, a série tem 8 livros ao todo mas eu li "apenas" os 6 primeiros.

Como apreciador de vampiros eu fico muito satisfeito com o fato desses dentuços estarem de novo na moda, é Crespúsculo, True Blood, Vampire Diaries e tantas outras séries de TV, filmes e livros para ver e ler que eu fico até desorientado ao entrar em uma livraria ou olhar a grade de programação da TV a Cabo, obviamente acabo fazendo uma seleção (os fãs de Crepúsculo que me desculpem, mas não consegui passar da metade do livro), mas quando a modinha passar ainda vou ter um monte de livros para ler e séries pra ver.

Em questão de RPG o único jogo atualmente com destaque no mercado (que eu me lembre) é o Vampiro: O Réquiem, excelente e altamente recomendado, mantém muito do charme e apelo da Máscara, mas corrige muitas das falhas desse antecessor, tendo um sistema mais enxuto, um cenário mais coeso e sem metaplot.

Mas nada impede que um mestre incorpore vampiros em outros jogos, seja como antagonistas ou como personagens, em GURPS, M&M e 3D&T basta comprar as vantagens e desvantagens adequadas, em D&D 3.5 e True20 aplicar o template vampiro ao personagem ou NPC, no D&D 4e é possível improvisar com o Revenant e no Star Wars Saga dá pra fazer um Sith com os talents Dark Healing, Improved Dark Healing e Dark Healing Field.

Um grande "abraço" a todos os admiradores de vampiros!

2 comentários:

  1. "é Crespúsculo, True Blood, Vampire Diaries e tantas outras séries de TV"... Você só não falou do melhor, Noturno de Guillermo del Toro. Camarilla em ritmo de filme de ação, e feito decentemente.

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  2. Já vi lá na Cultura, mas infelizmente é um dos que vai ter que ficar pra uma futura leitura.

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